lunes, 6 de julio de 2009
menina do casaco verde
eu quero o hálito quente e desesperado. quero querer de doer. de me partir e me fazer parir várias outras dores. quero as marcas na minha alma. pingando gotas de sangue de uma ferida enorme e aberta. que não me deixa querer e me faz ser assim. e me faz torturar os outros sem respeito nenhum. porque posso ser cínica se não dói, se não amo, se não quero. já tenho essa dor, à qual me apego ferozmente para me provar que ainda sinto algo. e não quero a outra vida. nem essa mais. mas mais essa que a outra. quero mais essa. chutada a apontada. menina do casaco verde. e todos percebem, todos percebem.
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